Transferência de jurisdição de 30 hectares de terrenos localizados junto ao Tejo, para a Câmara Municipal de Lisboa (CML)
O PPM felicita a Câmara Municipal de Lisboa pelo esforço dos seus sucessivos executivos pela passagem dos 30 hectares da área ribeirinha da APL para CML, trata-se de um passo importante para aproximar a cidade ao Tejo, e permitir a reconversão desta área para zonas de lazer, para cada vez mais Lisboa seja uma cidade competitiva e atraente para o turismo, e aproveitar as grandes provas internacionais como a Volvo Ocean Race.
O PPM fica satisfeito com esta passagem pois é uma das bandeiras do PPM há vários anos no seu programa eleitoral para Câmara Municipal de Lisboa.
Sendo assim O grupo Municipal do PPM, propõe a esta digníssima Assembleia que na sua reunião ordinária de 29 de Junho de 2010, delibere:
1 . Remeter esta saudação a todo o executivo camarário.
Assembleia Municipal de Lisboa, 28 de Junho de 2010
Pelo Grupo Municipal do PPM
terça-feira, 29 de junho de 2010
GRUPO MUNICIPAL DO PPM APRESENTA VOTO DE PESAR PELO DESAPARECIMENTO DO PRÉMIO NOBEL
José Saramago, português e Prémio Nobel da Literatura, não era um cidadão consensual. Defensor da ideologia comunista, nunca deixou de pagar as suas cotas ao partido. São igualmente conhecidas as suas posições e atitudes durante o período mais revolucionário do início da nossa democracia. É também sobejamente conhecida a sua opinião, como ateu, que nega e critica a crença que guia muitos portugueses.
O PPM, face às ideias do cidadão Saramago, não pode dizer que se revê nas mesmas. Contudo, ninguém pede ou exige aos cidadãos activos e intervenientes socialmente que sejam consensuais. Exige-se, isso sim, clareza nas suas intenções e actos. E que, pelo menos, sejam honestos consigo próprios quando as defendem.
Assim, tal como o PPM tem ideias e defende um modelo de sociedade diferente daqueles que Saramago e o seu partido sempre defenderam, o PPM não pode deixar de manifestar o seu pesar pelo desaparecimento físico de uma figura nacional de projecção internacional.
A sua obra é um legado universal para a sempre eterna discussão sobre o modelo de sociedade em que o ser humano deseja viver.
Com “Jangada de Pedra”, Saramago criticou a excessiva ligação de Portugal e Espanha ao resto da Europa. Quando, no “Ensaio sobre a Cegueira” e a sequela “Ensaio sobre a Lucidez”, o escritor versa sobre o papel social e político do ser humano, ele não coloca nomes nas personagens. Nem identifica o país. É Universal. É um exemplo perfeito do que significa ser Português.
Se alguma Direita foi instrumento responsável para o afastamento físico de Saramago do território nacional, então devemos também deixar de notar que Saramago não encontrou obstáculos criativos ou de promoção pessoal, e até financeira, num regime Monárquico, pois a Espanha, onde ele escolheu viver os últimos anos da sua vida, é uma Monarquia.
Não podemos também esconder, como quem tapa o sol debaixo de uma peneira, que o prémio máximo da vida de José Saramago e, através dele, o prémio máximo que a literatura de língua portuguesa recebeu, é um galardão mundialmente reconhecido entregue pelas mãos de um monarca, o Rei da Suécia.
Logo, José Saramago mostrou ao mundo que um regime monárquico é um regime suficientemente democrático para que um militante do PCP possa trabalhar e produzir e é também suficientemente importante para que o seu nome seja cantado para todo o sempre e, como dizia o poeta Camões, poder da lei da morte libertar-se.
Destaque-se ainda o facto de, no seu livro “As Intermitências da Morte”, o tal país imaginário do escritor português ser governado em Monarquia e não em República, ainda que isso, sabemos nós, resultasse de uma ironia própria do autor e não fosse sinónimo de uma sua preferência pessoal pela Monarquia.
De resto, bastaria igualmente evocar o “Memorial do Convento”, para dizer que, se não fosse a História passada de Portugal e dos seus reis, não haveria este romance na literatura mundial.
Saramago, sabemos também - e sabe o PCP -, defendia valores que são Universais para o PPM: o ser humano e a sua relação com o outro ser humano em igualdade de direitos sociais. A defesa da terra e da sua cultura, a defesa do belo e sagrado que brota das mãos de quem trabalha.
O PPM, face às ideias do cidadão Saramago, não pode dizer que se revê nas mesmas. Contudo, ninguém pede ou exige aos cidadãos activos e intervenientes socialmente que sejam consensuais. Exige-se, isso sim, clareza nas suas intenções e actos. E que, pelo menos, sejam honestos consigo próprios quando as defendem.
Assim, tal como o PPM tem ideias e defende um modelo de sociedade diferente daqueles que Saramago e o seu partido sempre defenderam, o PPM não pode deixar de manifestar o seu pesar pelo desaparecimento físico de uma figura nacional de projecção internacional.
A sua obra é um legado universal para a sempre eterna discussão sobre o modelo de sociedade em que o ser humano deseja viver.
Com “Jangada de Pedra”, Saramago criticou a excessiva ligação de Portugal e Espanha ao resto da Europa. Quando, no “Ensaio sobre a Cegueira” e a sequela “Ensaio sobre a Lucidez”, o escritor versa sobre o papel social e político do ser humano, ele não coloca nomes nas personagens. Nem identifica o país. É Universal. É um exemplo perfeito do que significa ser Português.
Se alguma Direita foi instrumento responsável para o afastamento físico de Saramago do território nacional, então devemos também deixar de notar que Saramago não encontrou obstáculos criativos ou de promoção pessoal, e até financeira, num regime Monárquico, pois a Espanha, onde ele escolheu viver os últimos anos da sua vida, é uma Monarquia.
Não podemos também esconder, como quem tapa o sol debaixo de uma peneira, que o prémio máximo da vida de José Saramago e, através dele, o prémio máximo que a literatura de língua portuguesa recebeu, é um galardão mundialmente reconhecido entregue pelas mãos de um monarca, o Rei da Suécia.
Logo, José Saramago mostrou ao mundo que um regime monárquico é um regime suficientemente democrático para que um militante do PCP possa trabalhar e produzir e é também suficientemente importante para que o seu nome seja cantado para todo o sempre e, como dizia o poeta Camões, poder da lei da morte libertar-se.
Destaque-se ainda o facto de, no seu livro “As Intermitências da Morte”, o tal país imaginário do escritor português ser governado em Monarquia e não em República, ainda que isso, sabemos nós, resultasse de uma ironia própria do autor e não fosse sinónimo de uma sua preferência pessoal pela Monarquia.
De resto, bastaria igualmente evocar o “Memorial do Convento”, para dizer que, se não fosse a História passada de Portugal e dos seus reis, não haveria este romance na literatura mundial.
Saramago, sabemos também - e sabe o PCP -, defendia valores que são Universais para o PPM: o ser humano e a sua relação com o outro ser humano em igualdade de direitos sociais. A defesa da terra e da sua cultura, a defesa do belo e sagrado que brota das mãos de quem trabalha.
terça-feira, 1 de junho de 2010
No Dia Mundial da Crianca EXIGIMOS UM NOVO HOSPITAL PEDIATRICO PARA LISBOA apos o encerramento do Hospital de Dona Estefania em 2013.
As crianças de Lisboa e do Sul do País não podem ficar sem um Hospital Pediátrico autónomo e tecnologicamente evoluído.
O Ministério da Saúde pretende que as crianças que hoje acorrem ao Hospital de Dona Estefânia passem a ser tratadas num "Hospital Geral de Adultos".
Isto representa um retrocesso técnico, ético e civilizacional sem paralelo no Mundo.
Os Responsáveis do País e de Lisboa devem evitar este erro, exigindo a construção de um novo Hospital para as Crianças de Lisboa e Sul do País,
perto do futuro hospital geral de adultos (Hospital de Todos os Santos-Marvila/Chelas), mas totalmente pediátrico, autónomo e servido por profissionais inteiramente dedicados à criança doente, ao contrário do que pretende o Ministério.
Alertamos também para que não se sacrifique o actual espaço do Hospital Dona Estefânia aos interesses imobiliários mas que este se mantenha dedicado à criança e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.
Alguns políticos terminarão os mandatos, mas os seus erros continuarão a penalizar as crianças doentes de hoje e das futuras gerações.
Nós, cidadãos, pais, avós, familiares, âmago da sociedade civil, não desistiremos desta causa: "A defesa intransigente dos superiores interesses da criança"
A Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa
O Ministério da Saúde pretende que as crianças que hoje acorrem ao Hospital de Dona Estefânia passem a ser tratadas num "Hospital Geral de Adultos".
Isto representa um retrocesso técnico, ético e civilizacional sem paralelo no Mundo.
Os Responsáveis do País e de Lisboa devem evitar este erro, exigindo a construção de um novo Hospital para as Crianças de Lisboa e Sul do País,
perto do futuro hospital geral de adultos (Hospital de Todos os Santos-Marvila/Chelas), mas totalmente pediátrico, autónomo e servido por profissionais inteiramente dedicados à criança doente, ao contrário do que pretende o Ministério.
Alertamos também para que não se sacrifique o actual espaço do Hospital Dona Estefânia aos interesses imobiliários mas que este se mantenha dedicado à criança e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.
Alguns políticos terminarão os mandatos, mas os seus erros continuarão a penalizar as crianças doentes de hoje e das futuras gerações.
Nós, cidadãos, pais, avós, familiares, âmago da sociedade civil, não desistiremos desta causa: "A defesa intransigente dos superiores interesses da criança"
A Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa
terça-feira, 25 de maio de 2010
Tesa repara os pisos de Lisboa
quinta-feira, 13 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Emparadamento da Vila Ana-
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